O que é o Minha Casa, Minha Vida?
Criado em 2009, o Minha Casa, Minha Vida é o principal programa de financiamento imobiliário do governo federal que facilita o acesso à compra da casa própria a brasileiros de todo o país.
Ao longo dos anos, o programa foi reformulado, passou a se chamar Casa Verde e Amarela e, recentemente, voltou ao nome Minha Casa, Minha Vida e recebeu uma série de vantagens. Descubra quais são os benefícios abaixo.
Como funciona e quais são as vantagens do Minha Casa, Minha Vida?
O programa Minha Casa, Minha Vida funciona com base em faixa de renda, dividindo as rendas familiares em alguns grupos, como a Faixa 1, Faixa 2 e Faixa 3. Falaremos mais sobre elas nesse artigo, então continue sua leitura. Dessa forma, para cada faixa, o governo oferece um valor máximo de subsídio, que é o desconto cedido na compra no imóvel, além da possibilidade do uso do FGTS na compra e menores taxas de juros do mercado.Quem pode participar do Minha Casa, Minha Vida?
A princípio, para participar do Minha Casa, Minha Vida é importante conferir se você se encaixa em algum grupo de renda, que são eles: Grupo 1 Este primeiro grupo contempla famílias com renda mensal bruta (aquela que está na folha de pagamento, sem os descontos de impostos e outros) de até R$ 2.400,00. Grupo 2 Já este grupo é destinado a famílias cuja renda bruta vai de R$ 2.400,01 a R$ 4.400,00. Grupo 3 Por último, o grupo três é aquele em que privilegia famílias que tenham renda bruta de R$ 4.400,01 até R$ 8.000,00. Quando mencionamos renda mensal bruta familiar, quer dizer que, somando a renda de cada morador da casa, o valor final deve se encaixar em uma das faixas citadas, seja no Grupo 1, Grupo 2 ou Grupo 3.Como o Minha Casa, Minha Vida ajuda na compra da casa própria?
Primeiro no subsídio, que pode chegar até R$ 55 mil. Basicamente, este subsídio funciona como um desconto do valor total do financiamento, pago pelo Governo Federal, que ajuda a diminuir o valor do financiamento, aumentando as chances de realizar o sonho da casa própria.
Além disso, o programa Minha Casa, Minha Vida também garante menores taxas de juros, deixando as parcelas do financiamento mais adequadas ao orçamento. Dessa forma, é possível comprar um apartamento financiado e ainda seguir em dia com as despesas fixas, como água, luz, moradia atual, alimentação, lazer e outros.
Ainda mais, outra vantagem é o uso do saldo do FGTS no valor da compra. Exemplo: Você está no processo de compra de um imóvel no valor de R$ 200 mil. Assim, caso você consiga um subsídio de R$ 30 mil e ainda tenha R$ 10 mil de FGTS para utilizar na compra, restará um valor de R$ 160 mil, valor este que será financiado pelo banco e que, com você, definirá a quantidade de parcelas.
Mas o governo oferece só isso de facilidade? Não, tem mais!
Ainda é possível somar a renda de duas ou mais pessoas do novo endereço, desde que sejam maiores de 18 anos e consigam comprovar a renda. Assim, essa soma é chamada de composição de renda e pode ser feita com o pai, mãe, irmãos, primos, com o cônjuge e até com amigos próximos. Dessa forma, cada um será responsável pelo pagamento das parcelas do financiamento e, consequentemente, proprietários do imóvel, por isso, é importante tomar a decisão com calma, viu?!
Agora vamos ao que interessa: como participar?
Como participar do Minha Casa, Minha Vida?
Então, agora que você já sabe como funciona o programa do Governo Federal, chegou a hora de saber como participar.
A princípio, o primeiro passo é entender qual é o processo de cada grupo de renda. Por exemplo, para pessoas do Grupo 1 que possuem renda de até R$ 2.400,00, é necessário procurar a prefeitura da cidade em que reside para solicitar o cadastro no programa Minha Casa, Minha Vida.
Agora, se você faz parte dos Grupos 2 ou 3, é necessário procurar um banco, como a Caixa Econômica Federal ou a construtora de sua confiança e que você deseja adquirir o imóvel, como a Alea, que irão realizar todas as etapas da análise do financiamento para dar andamento à sua conquista.
1. Descubra qual a sua faixa de renda
Antes de tudo, para se candidatar ao programa do Governo, é preciso descobrir sua faixa de renda. Isso pois, o programa tem o objetivo de ajudar as famílias que mais precisam a conquistar a casa própria, e usa a separação por faixa de renda para entender o valor dos benefícios, como o subsídio e taxas de juros, que serão disponibilizados para cada grupo. Então, confira quais são as faixas, e veja se você se encaixa em algum grupo de renda, que são eles: Grupo 1 Este primeiro grupo contempla famílias com renda mensal bruta (aquela que está na folha de pagamento, sem os descontos de impostos e outros) de até R$ 2.400,00. Grupo 2 Já este grupo é destinos a famílias cuja renda bruta vai de R$ 2.400,01 a R$ 4.400,00. Grupo 3 Por fim, o grupo três é aquele em que privilegia famílias que tenham renda bruta de R$ 4.400,01 até R$ 8.000,00. Quando mencionamos renda mensal bruta familiar, quer dizer que, somando a renda de cada morador da casa, o valor final deve se encaixar em uma das faixas citadas, seja no Grupo 1, Grupo 2 ou Grupo 3. Para cada faixa, há um valor diferenciado do subsídio, que é aquele desconto que mencionamos antes, e menores taxas de juros. Constantemente, o financiamento é realizado direto pela Caixa e o subsídio pode chegar até R$ 55.000. É um bom desconto, não é mesmo?2. Saiba quais são as regras do Minha Casa, Minha Vida
Entender as regras do Minha Casa, Minha Vida, é essencial para participar e conhecer todos os benefícios que podem te ajudar a conquistar o seu primeiro imóvel. Desse modo, uma das principais regras que você deve ficar atento, é a faixa de renda, mencionada anteriormente. Além disso, é importante conferir alguns outros critérios para participar, confira abaixo:
- Não possuir imóvel próprio;
- Ausência de financiamento habitacional ativo;
- Não ter recebido o benefício antes;
- Não utilizar o imóvel para fins comerciais;
3. Faça uma simulação de financiamento
Realizar um financiamento imobiliário é uma grande responsabilidade, portanto, deve ser feito com cautela e um bom planejamento financeiro. Dessa forma, você garante que a escolha é a certa e terá condições de arcar com os pagamentos do financiamento. Então, para te ajudar nessa etapa, tendo mais clareza sobre suas reais chances e estimativas do valor das parcelas do financiamento, a Tenda criou o Simulador de financiamento. A ferramenta, de uso interativo e simplificado, funciona com um jogo, que, com algumas perguntas te ajuda a descobrir quais apartamentos da Construtora Tenda são uma boa opção para você e, ainda te permite descobrir se tem direito ao subsídio do Minha Casa, Minha Vida. Confira a ferramenta clicando aqui.4. Junte todos os documentos necessários
Em seguida, após ter tomado a decisão de comprar um imóvel e escolhido a casa ideal para você e sua família, chega o momento de separar os documentos necessários. Então, nesta etapa, é preciso comprovar as informações como renda e endereço, por exemplo. Por isso, ter tudo organizado e separado, irá te auxiliar a tornar o processo mais ágil e simplificado.
Quais são os documentos para participar do Minha Casa, Minha Vida?
Descubra quais documentos são importantes, e devem ser separados e organizados para você participar do programa Minha Casa, Minha Vida:- Carteira de identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
- CPF;
- Comprovante de estado civil: certidão de casamento ou contrato de união estável. Para os divorciados, é preciso a certidão de casamento averbada com divórcio. Já os solteiros devem apresentar certidão de nascimento;
- Comprovante de renda;
- Carteira de trabalho;
- Título de eleitor;
- Comprovante de residência atual;
- Certidões de nascimento e CPF dos filhos menores de 18 anos;
- No caso de Portadores de Necessidades Especiais, laudo médico atual com identificação médica e CID.
5. Procure a prefeitura da cidade ou uma construtora
A princípio, para as famílias que fazem parte da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida e tenham interesso no programa, é necessário ir até a prefeitura municipal de sua cidade e realizar o cadastro para participar. Dessa forma, você será orientado sobre o processo para fazer parte do programa do Governo e quais serão os próximos passos. Entretanto, para os participantes da faixa 2 e faixa 3, o processo é diferente. Aqui, você pode procurar direto uma construtora que trabalhe em parceria com o programa do Governo, como a Alea, por exemplo, que está preparada para te auxiliar sobre os próximos passos em busca da compra do primeiro imóvel.Dúvidas frequentes sobre o Minha Casa, Minha Vida
Nós sabemos, a compra do primeiro imóvel e as regras para participar do Minha Casa Minha Vida, podem gerar diversas dúvidas e receios. Então, para te ajudar a entender mais sobre o processo e ter mais confiança na hora de realizar o seu sonho da casa própria, continue sua leitura.
Como funciona o financiamento do Minha Casa, Minha Vida?
O funcionamento é o mesmo para o programa. A diferença será a taxa de juros, que falaremos mais abaixo. O financiamento, é uma das formas mais fáceis de comprar algo pagando parcelas menores. Nesse sentido, o crédito habitacional é um empréstimo, feito por uma empresa credora, que pode ser um banco ou construtora. Assim, o comprador do imóvel paga o valor de entrada à vista, e o restante das parcelas retorna para a instituição responsável pelo financiamento. Aqui, o cliente, que é quem fará o financiamento, pode conseguir até 80% do valor do imóvel financiado, podendo pagar em um prazo máximo de 35 anos, por exemplo. Para participar de um financiamento imobiliário, o comprador passa geralmente por 5 etapas do financiamento:- Simulação de financiamento;
- Análise de crédito;
- Vistoria do imóvel;
- Assinatura do contrato;
- Registro em cartório.
Taxa de juros do Minha Casa, Minha Vida
Mencionamos anteriormente que o programa Minha Casa, Minha Vida garante as menores taxas de juros de financiamento, mas falando assim é um pouco difícil de visualizar, não é mesmo?
Então, antes de começarmos, precisamos destacar que as taxas variam conforme a faixa de renda (aqueles grupos que mencionamos no começo do artigo, Faixa 1, Faixa 2 e Faixa 3), região em que o imóvel está localizado e se é cotista ou não cotista do FGTS (cotista é aquele que trabalhou e contribuiu por, pelo menos, 3 anos no FGTS).
Grupo 1
As famílias deste grupo, com renda de até R$ 2.400 contam hoje com a menor taxa do programa Minha Casa, Minha Vida que são:
Região Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Cotista: 4,25% a 4,50%
Não Cotista: 4,75% a 5,00%
Região Norte e Nordeste
Cotista: 4,00% a 4,25%
Não Cotista: 4,50% a 4,75%
Grupo 2
Composto por famílias com renda bruta mensal de R$ 2.400,01 e R$ 4.400,00, o Grupo 2 conta com as seguintes taxas:
Região Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Cotista: 5,00% a 6,50%
Não Cotista: 5,50% a 7,00%
Região Norte e Nordeste
Cotista: 4,75% a 6,50%
Não Cotista: 5,25% a 7,00%
Grupo 3
Por fim, o último grupo, com renda entre R$ 4.400,01 até R$ 8.000,00 podem aproveitar as seguintes taxas de juros:
Para todo o Brasil
Cotista: 7,66%
Não Cotista: 8,16%
Ainda mais, só para você ter uma ideia, hoje a taxa de juros do financiamento imobiliário tem estado acima de 10%, então através do Minha Casa, Minha Vida é possível sim adquirir um imóvel com menores taxas.
Qual o valor máximo de um imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida?
Existe um valor máximo para imóveis financiados pelo programa, que varia conforme os grupos (faixa de renda). São eles: Grupo 1 e Grupo 2 Para os dois primeiros grupos, o imóvel deve custar até R$ 264 mil. Grupo 3 E, para o grupo 3, o valor não pode ultrapassar R$ 350 mil. Lembrando que, embora o valor do imóvel seja mais baixo para os grupos 1 e 2, são esses os grupos que terão as menores taxas de juros do mercado e conseguem valores mais altos do subsídio cedido pelo Governo Federal.Quem é autônomo pode participar do Minha Casa, Minha Vida?
Claro que pode! O programa é para todos que se encaixam em um dos grupos de faixa de renda. Então, se você é um autônomo, além dos documentos pessoais, será preciso entregar também:
- Extrato da conta bancária, com movimentação recente, de pelo menos 6 meses anteriores;
- Recibo de Pagamento de Autônomo (RPA);
- Pró-Labore (pagamento do salário do dono ou donos de empresa).